“Já repararam como é bom dizer “no passado”? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem. Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse “tudo” se incluam algumas ilusões; a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas.”